Garota de 16 anos, esquisita, geek, você não gostaria de conhecê-la.
Ela gosta de:
*Livros (ficção, romance, aventura, suspense, terror);
*Música (rock de todos os tipo, mas anda viciada em Folk Metal)
*Filmes (s2~~);
*Jogos (RPG online multiplayer ou RPG de mesa);
*Cultura japonesa (além dos quadrinhos, as animações e o próprio idioma);
*Dias nublados e frios;
*Inverno (é incrível como as pessoas ficam mais bonitas!);
*Natureza (verde, ar puro e animais = perfeição);
*Ser esquisita (ser normal é chato! E é importante seu próprio estilo!);
Outras coisas que não vale a pena citar.
Não gosta de:
*’Pseudos’ alguma coisa (em especial pseudo nerds);
*Sol e calor (tem coisa mais desagradável?);
*Egocentrismo;
*Antropocentrismo;
*Teocentrismo;
*Ser rotulada (se criamos nosso próprio estilo, como podemos nos enquadrar em determinada tribo urbana?);
*Arrogância;
* A sociedade e as pessoas vendadas que vivem nela;
*Ter que discursar em público;
*Crueldade com animais (Rodeio, vaquejada, farra do boi e variantes também contam!);
*Seres Humanos de maneira geral (poucos se salvam...)
E muitas outras coisas...
Seres Pululantes
The Fibonacci Sequence
Yumi Is Dead!
Little Things
Agosto 2008 Setembro 2008 Fevereiro 2009 Março 2009
Ferfa (Éôl) (Imagem)
Andy (Códigos)
Blogger (minha página é hospedada aqui, e a sua?)
Nesta sociedade absurda em que vivemos, a imagem de uma beleza forçada é estampada por todos os lados. Pessoas magras são dadas como ‘sinal de beleza perfeita’. Opressivamente, a mídia nos leva à um lado neurótico, em busca de um encaixe neste padrão.
Introdução
Hoje em dia, só se ouve falar na salvação do planeta. Todos dizem que o planeta está doente, que precisamos salvá-lo, que é o fim do mundo.
Sinceramente, não acho que seja nada disso. O mundo está sim passando por mudanças, mas pelo conhecimento que temos de sua história, quantas transformações mais drásticas ele já sofreu?
De lava e fogo, o planeta se resfriou. Vida, terremotos, maremotos, cometas, inundações, congelamento. E depois de cada uma dessas transformações, ele voltou ao que ele era antes: um planeta equilibrado e extremamente propício à vida.
O único grande inconveniente, entretanto, é que em cada uma dessas grandes mudanças algumas espécies ou civilizações deixaram de existir: dinossauros, incas, maias, astecas, e o suposto povo de Atlântida. Todos, sem exceção, desapareceram da face da terra, deixando alguns vestígios de sua grandeza.
Mas será que o desaparecimento deles foi algo realmente ruim?
Pensando, hipoteticamente, na Terra como um organismo vivo e p
ulsante, nós seríamos apenas pequenos vírus e bactérias, que acabam destruindo o seu hospedeiro enquanto tentamos nos sustentar. A atitude mais óbvia a ser tomada pelo planeta, então, seria livrar-se de nós. Acho que é exatamente isso que está acontecendo.
Depois de séculos de destruição e cobiça, acumulamos uma carga de conhecimento inacreditável, mas talvez seja essa a causa de nossa própria destruição. E esse é o grande pavor que nos invade.
A problemática
Daqui a alguns anos, o clima do planeta vai ser insuportável para variadas formas de vida, e nós poderíamos burlar isso, se não fossem esses fenômenos cataclismáticos que assola
m nossos continentes.
Por causa deles, a humanidade está em frenesi, ouve-se por todo lugar que há necessidade de salvar o planeta, que ele está doente. Isso não é verdade.
O planeta está ótimo. E logo depois que os humanos sumirem de sua face, ele voltará a se estabilizar aos poucos. Isso que nos deixa em pânico. O planeta se volta contra nós, tenta destruir o vírus que por tanto tempo o prejudicou.
Não que este seja um problema menor, pois eu também tenho medo da extinção. Mas lutar contra isso seria lutar contra o rumo natural das coisas. Assim é o ciclo da existência : nascimento, crescimento, vida, envelhecimento e morte.
A solução
Pedem-me para resolver um problema que eu considero inexistente ou inconversível. Essa é mais uma dos aspectos da natureza do homem. Mania de grandeza, mania de querer saber e controlar tudo quanto for possível (e o impossível também, de preferência).
Mas diante de todos os argumentos que eu apresentei aqui, creio que o único e maior problema seja o homem. Fomos nós que destruímos o planeta. Fomos nós que o poluímos, fomos nós que tornamos suas terras inférteis, fomos nós que secamos seus rios. Fomos nós que nos alastramos por
sua superfície como fungos, fomos nós que ferimos suas terras e arrancamos suas plantas, sem falar no desaparecimento de habitantes mais nobres e sábios que nós.
O Homem, nosso grande problema, não possui solução. Fim. Ele é uma criatura estúpida que não consegue preservar o meio em que vive, que não consegue se mutar, se melhorar, para se adaptar.
Assim sendo, a sociedade está fadada à destruição, e talvez a atitude mais sábia seja simplesmente nos auto-destruirmos e acabarmos de vez com esse lenga-lenga. Só assim o mundo estará a salvo.
Acabando com o vírus, e não com os sintomas, acabamos com a doença.
Marcadores: apocalipse, escola, mundo, terapeuta, viagem
Marcadores: baboseira, felicidade, nerdice, robot
São três horas da manhã, eu devria estar dormindo, ou estudando, mas ao invés disso eu estou no computador. E só aí me dei conta de uma coisa: eu ainda não fiz uma postagem de inauguração nesse blog! Dá para acreditar? =O